Skip navigation

 

 

Marcos Farrajota

Nasceu em 1973 em Lisboa, onde reside. Trabalha na Bedeteca de Lisboa desde 2000 tendo trabalhado com autores e editores sobretudo da vanguarda europeia. Faz bd e fanzines desde 1992, tendo criado nesse ano  com Pedro Brito o Mesinha de Cabeceira que ainda hoje edita (28 números até ao momento). Fundou a Associação Chili Com Carne em 1995 e em 2000 a editora MMMNNNRRRG – só para “gente bruta”.

 

Participou em vários fanzines, jornais, revistas e livros com BDs ou artigos sobre cultura DIY e BD pelo mundo fora. Criou a série Loverboy com desenhos de João Fazenda, o que dá em quatro livros sobre os anos 90. Tem feito capas e cartazes para bandas punks e afins. Fez parte de organização de vários eventos como a Feira Laica (2004-12), bem como acções de formação, colóquios, rádio e “unDJing”. Participou em várias exposições de BD colectivas como o Zalão de Danda Besenhada na ZDB (2000) ou Tinta nos Nervos na Colecção-Museu Berardo (2011) bem como em festivais como Xornadas de Ourense, Salão do Porto, Salão Lisboa, Komikazen e BD Amadora. Exposições individuais conta com duas, uma na Biblioteca da Universidade de Aveiro (1998) e outra na Mundo Fantasma (Porto, 2015)

 

Os seus três livros mais importantes são recolhas de BDs autobiográficas que prometem sempre imenso devido aos originais títulos, ó: Noitadas, Deprês e Bubas (2008), Talento Local (2010) e Free Dub Metal Punk Hardcore Afro Techno Hip Hop Noise Electro Jazz Hauntology (2015).

 

www.chilicomcarne.com

www.chilicomcarne.blogspot.com

 

 

António Caramelo,
Nasceu em 1969, vive e trabalha em Oeiras.
Fez escultura nas Belas Artes em Lisboa (1998) e Mestrado em Arte
Digital e Comunicação Interactiva, no Media Center D’Art I Disseny
em Barcelona (2006). Doutorando na FBAUL em Novos Media.
Criou a editora “Edições Mimeógrafo” e as labels “NADA” e
“Makearevolution”. Comissariou algumas exposições e é o
organizador do ciclo “Sessões da Buganvília” na Zaratan, uma
reunião de vídeo arte e música. Desenvolve e colabora em projectos
na música e arte sonora.

Colaborou e desenvolveu projectos audiovisuais para teatro e dança
contemporânea.
Desde 1997 tem participado activamente em diversas exposições, não
só em Portugal mas também no estrangeiro, como Espanha, Escócia,
USA, Alemanha, UK, Noruega, Luxemburgo, Bélgica e Croácia;
Touch me: It’s about time!, Galerija Klovićevi dvori, Zagreb
(2014); SulSal, Fundação Verbeke, Bélgica (2014); NÓS, Plataforma
Revólver, Lisboa (2014); Sem Quartel / Without Mercy – exhibition,
Sismógrafo (2014); Hay Fever, Cultivamos Cultura, S. Luis, Odemira
(2014); Collecting Collections and Concepts, Fabrica ASA,
Guimarães (2012); Dive in, Plataforma Revólver, Lisboa
(2013); Dreaming of a Butterfly, Bishop’s Square, Spitalfields,
Londres (2011); Where Are You From? Contemporary Art From
Portugal, Faulconer Gallery, Iowa, USA (2008); Toxic – o discurso
do excesso, Fundição de Oeiras (2005); Portugal – 30 artists under
40, Stenersen Museum, Oslo (2004); Expect The World video
screening, Kunstlerhaus Bethanien, Berlin (2001); Plano XXI,
Mackintosh Gallery, Glasgow School of Art, Glasgow (2000), Bienal
da Maia, Maia (1999) entre outros.

 

http://makearevolutionsound.bandcamp.com/

 

 

A BoCA – Biennial of Contemporary Arts é uma nova bienal de artes contemporâneas que decorre em instituições culturais (museus, galerias, teatros) e no espaço público das cidades de Lisboa e Porto, entre 17 de março e 30 de abril de 2017, com posterior extensão a outras cidades do país.
Tem como missão a promoção da criação contemporânea, promovendo o cruzamento entre as artes plásticas, performance art, artes cénicas e música, com especial atenção para as propostas de carácter transversal, mediante quatro eixos de atuação: produção, programação, difusão e educação artística.

Com direção artística de John Romão, a bienal co-produz e apresenta mais de 40 artistas nacionais e estrangeiros, em 15 estreias mundiais e 10 nacionais.A BoCA convida os artistas a explorar algo que está em potência no seu trabalho, mas que nunca tinha sido isolado, e programa criadores cujos trabalhos têm já uma abordagem transversal a vários territórios artísticos.
Os 4 artistas residentes na primeira edição da BoCA – Salomé Lamas (PT), Musa Paradisíaca (PT), François Chaignaud (FR) e Tania Bruguera (CU/EUA) – corporizam este conceito, apresentando um trabalho transversal entre áreas artísticas como as artes plásticas, o cinema, a dança, a música, a performance e o ativismo político.
Iniciando um conceito colaborativo entre instituições culturais nacionais e internacionais (museus, galerias, teatros), a bienal BoCA integra igualmente ações no espaço público e apresenta uma programação que propõe o diálogo entre instituições, campos artísticos e respetivos públicos.

Durante as 6 semanas de bienal, as atividades artísticas têm expressão nas seguintes instituições:

LISBOA
– Lux/Frágil // PONTO DE ENCONTRO DA BIENAL
– Fundação Calouste Gulbenkian
– Museu Nacional de Arte Antiga
– Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
– Museu Nacional dos Coches
– MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia
– Galerias Municipais EGEAC (Museu da Cidade, Complexo dos Coruchéus e Palácio Pombal)
– Galeria ZDB
– Centro Cultural de Belém
– Centro Nacional de Cultura
– Teatro Nacional D. Maria II
– Teatro Nacional São Carlos
– São Luiz Teatro Municipal
– Teatro da Politécnica
– Cinema São Jorge
– Escola de Música do Conservatório Nacional
– Faculdade de Belas Artes de Lisboa
PORTO
– Casa da Música
– Teatro Municipal do Porto
– Teatro Nacional São João / Mosteiro São Bento da Vitória
– Palacete dos Viscondes de Balsemão
– Passos Manuel
– Maus Hábitos
– Faculdade de Belas Artes do Porto
– Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo
No campo de educação artística, foram já iniciados projectos de formação e terão início novos ao longo do próximo ano. Em 2017, as atividades da BoCA expandem-se a outras cidades do país, nomeadamente Castelo Branco, Braga, Viseu, Montemor-o-Novo e Famalicão.

 

http://www.bocabienal.org

 

 

 

 

JOÃO BELO | Produtor cultural

Nasceu em Lisboa, em 1983. Tem a Licenciatura em Produção pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo realizado um estágio na Artemrede como assistente de produção. Colaborou em diversos projetos de teatro, tendo-se estreado profissionalmente em A Barca de Veneza para Pádua no Teatro da Comuna, em 2007, numa encenação de Luca Aprea. Em 2008 trabalhou como assistente de produção e direção de cena no espetáculo A Direção do Sangue, de John Romão, no Teatro Taborda. No ano seguinte inicia o seu trabalho com o Teatro da Garagem tendo desempenhando as funções de produtor e responsável pela comunicação e bilheteira das atividades da companhia que incluem, também, a programação do Teatro Taborda.

Atualmente, e desde 2015, é o produtor do Serviço Educativo da Culturgest.

fernando

 

No âmbito das disciplinas de Gestão das Artes e Projecto e Tecnologias do 11ºG, convidamos a comunidade escolar para uma conversa com Fernando Gaspar.

Artista visual, autodidacta. Iniciou o seu percurso pelo desenho e prática da aguarela. Inteiramente dedicado à actividade desde 1986, tem no seu percurso alguns prémios nacionais, participações colectivas e mais de 50 exposições individuais em Portugal e no estrangeiro. Ao longo destes 30 anos, tendo como prática a constante renovação de suportes, materiais e técnicas, a plasticidade do seu trabalho tem evoluído no sentido de uma abordagem crescentemente reflexiva e contemporânea.

 

http://www.fernandogaspar.com

alexandre_melo

 
Alexandre Melo, licenciado em Economia, doutorado em Sociologia e professor de Sociologia da Arte e Cultura Contemporânea no ISCTE, escreve, desde a década de 80, para as principais publicações portuguesas, entre elas o Jornal de Letras, o semanário Expresso ou o Público, e internacionais, como o El País, e é também colaborador regular de revistas internacionais de arte contemporânea como a Flash Art, Artforum e Parkett.
Comissário da representação portuguesa na Bienal de Veneza 1997, com Julião Sarmento e na Bienal de São Paulo 2004, com Rui Chafes e Vera Mantero.
Curador das coleções do Banco Privado (em depósito no Museu de Serralves) e da Ellipse Foundation. Autor do argumento e dos textos dos documentários Colecção Geração 25 de Abril.

she_evora_1617

 

 

A Sociedade Harmonia Eborense é uma associação cultural sem fins lucrativos que conta já com 167 anos de existência. Esta associação que foi fundada no final da primeira metade do século XIX (23 de abril de 1849) surgiu num período em que uma nova ordem social se afirmava no Portugal de oitocentos. A formação do espaço público e a emancipação da burguesia como grupo social alteraram as práticas sociais e os hábitos de sociabilidade dos europeus. Embora a cidade de Évora não fosse um centro urbano de grande dimensão, gerando-se uma condição de periferia que diminuía os ritmos da mudança, foram surgindo, na segunda metade do século XIX, várias associações ou clubes que já anunciavam os tempos de autonomização da burguesia.

O tempo e a convivência foram modelando os contornos em que crescia a SHE. As atividades diversificaram-se e à música – que teve a primeira secção organizada na SHE – juntaram-se novas práticas e hábitos de convívio. O teatro, os jogos de cartas, o bilhar e o ciclismo fazem parte da história da SHE já desde o final do século XIX; tudo isto é testemunhado pelo espólio arquivístico (fotográfico e estritamente documental) que ainda hoje subsiste. Na viragem do século, a SHE era uma coletividade florescente e relevante na vida da cidade de Évora, afirmando-se como um espaço de sociabilidade preferencial de uma elite cultural que provinha da pequena e média burguesias urbana.

A Harmonia foi durante muito tempo um espaço predominantemente masculino, onde se liam jornais e revistas, tanto portugueses como estrangeiros (espanhóis e franceses), onde se discutia o curso da vida política do país e das guerras, onde provavelmente se digladiavam fações nos tempos conturbados da Primeira República. Não se pode dizer que a SHE tenha assumido posições de conjunto em relação aos regimes políticos que vigoraram ao longo dos primeiros 125 anos de existência, contudo não é difícil admitir que a Harmonia assumiu passivamente uma posição colaborante com os três regimes políticos existentes durante esse período de existência.

Durante o Estado Novo, sob um controlo eficaz por parte do Estado, as associações e coletividades viam a sua atividade fiscalizada. A dinâmica cultural decresceu e a componente puramente recreativa assumiu importância quase exclusiva; eram agora os bailes, as quermesses, as homenagens, os jogos de bilhar e de cartas a preencher o tempo dos associados e das suas famílias. Era, pois, um reflexo natural das práticas políticas e culturais das décadas de 40, 50 e 60.

Os anos posteriores ao período revolucionário e à consolidação da democracia parlamentar foram difíceis para a SHE. As propostas de associação decaíram e a atividade tornou-se rotineira e exclusivista, resultante, talvez, de um longo período de engajamento com as propostas recreativas de uma administração muito conservadora. Porém, na última década a Harmonia recuperou importância na vida da cidade e a sua sede voltou a ser um espaço privilegiado de convívio. Reabilitando a localização da sede que ocupa desde 1902 e revitalizando a sua agenda, a SHE deixou de ser um espaço de convivência exclusivamente masculino, assistindo-se a uma crescente confluência de gerações no espaço da associação.

A nossa Sociedade é hoje diametralmente diferente daquela que foi fundada em 1849. Pouco ou nada restará dessa Harmonia; prevalecem a memória, as imagens e os textos e acima de tudo o propósito de construir coletivamente um quotidiano diferente.

JLB

Cineclube Indie.jpg

A aposta na formação de novos públicos será sempre um passo importante na continuidade do festival. É com esta perspectiva de futuro que levamos aos alunos das escolas secundárias filmes que estimulem o desenvolvimento de uma nova perspectiva sobre o cinema, de forma a dar a conhecer a diversidade da oferta cultural da cidade. Assim, a primeira sessão do Cineclube IndieLisboa em 2016 acontecerá na Escola Artística António Arroio, no dia 21 de Janeiro às 12h. Os filmes apresentados são Rhoma Acans, de Leonor Teles, A Caça Revoluções, de Margarida Rêgo, e Outubro Acabou, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes.
A conversa com os alunos a seguir à sessão conta com a presença de Ana Isabel Strindberg (programadora) e Ricardo Vieira Lisboa (programador e crítico de cinema) e debruçar-se-á sobre a programação no festival (o papel do programador, critérios para as escolhas, o trabalho feito previamente).

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2015 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 760 times in 2015. If it were a cable car, it would take about 13 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.