Skip navigation

O próximo Ponto de Açúcar é dedicado à mediação cultural. Vamos receber Sílvia Moreira numa conversa aberta a toda a comunidade escolar.

Sílvia Moreira nasceu em Lisboa e viveu cinco anos nas Caldas da Rainha onde fez a licenciatura em Artes Plásticas (1997-2002). Em 2011, obteve o grau de mestre em Ensino das Artes Visuais. Durante alguns anos, desenvolveu projetos artísticos individuais cujos processos envolviam pessoas e que resultavam desses profícuos encontros. Em 2006 decidiu firmar o seu percurso profissional concebendo e dinamizando projetos artísticos coletivos em museus, centros de arte, nomeadamente, nos Museus da Fundação Calouste Gulbenkian, na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea, Culturgest, no Museu Coleção Berardo, entre outros. Tem desenvolvido projetos de intervenção artística em bairros sociais como, por exemplo, o Projeto Intervir – Gulbenkian no bairro do Zambujal (em 2008 e 2011) e o Videografias no bairro do Tarujo (2013/2014). Trabalha com pessoas de todas as idades e, consoante os projetos, explora diversos meios e disciplinas artísticas: desenho, pintura, escultura, instalação, fotografia, vídeo, poesia, etc.  Em 2016, foi um dos membros fundadores da Andaime, uma cooperativa que desenvolve projetos de educação artística e ambiental. Artista plástica, investigadora, educadora e mediadora cultural. Sente-se realizada a promover experiências de aprendizagem e de partilha de conhecimento, com todos, através da arte e do património. Considera a mediação cultural a arte da relação.

Advertisements

 

 

 

 

 

Salomé Lamas trabalha documentários e projetos artísticos híbridos explorando novos caminhos, tanto quanto à forma como ao conteúdo. São obras que desafiam a metodologia convencional de produção cinematográfica, transpondo a demarcação entre as várias formas cinematográficas e artísticas de expressão estética. Os projetos em que se concentra são uma tentativa de diluir a suposta fronteira entre documentário e ficção, cujo foco principal é a relação intrínseca entre narrativa, memória e história, utilizando a imagem em movimento para explorar o traumaticamente reprimido, o aparentemente irrepresentável ou o historicamente invisível, desde os horrores da violência colonial até às paisagens do capital global. Em vez de se colocar numa situação periférica, algures entre o cinema e as artes visuais, ficção e documentário, Salomé Lamas transforma-os numa linguagem própria, desafiando, também, a divisão entre géneros e modos de exibição. Em 2017, no contexto da BoCA, Salomé Lamas concebeu a sua primeira criação de palco, “Fatamorgana” (Centro Cultural de Belém), projecto que terá uma materialização cinematográfica (em construção).

Sob o pretexto de uma parceria desenhada entre a BoCA e a Escola Artística António Arroio, incia-se o ciclo de encontros “A BoCA de” que convida artistas a partilharem a sua experiência no contexto da BoCA. A 18 de maio (10h-11h30), Salomé Lamas desloca-se à António Arroio para falar do seu trabalho e dialogar com a comunidade escolar.

http://www.bocabienal.org/

facebook.com/boca.bienal

 

 

 

 

 

A Musa paradisiaca é um projeto artístico de Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986), centrado no diálogo. Assente em parcerias temporárias com entidades de variada competência, Musa paradisiaca assume diferentes formas, mantendo um carácter discursivo e participativo. Daí deriva a proposta para a criação de uma família pensante que, a várias vozes, se afirma. Em 2017, no contexto da BoCA, conceberam a sua primeira instalação para o espaço público, “Casaanimal”, um lugar que partilha qualidades de abrigo, capela e estábulo. Ao albergar um conjunto de eventos propostos através de uma Open Call, a “Casa-animal” é constantemente redefinida pelos seus ocupantes.

Focada na condição transitória ou nómada de um lugar definido por relações, acontecimentos e necessidades particulares, esta é uma escultura-monumento-palco construída para o encontro temporário e não-mediado entre Amadores.

Sob o pretexto de uma parceria desenhada entre a BoCA e a Escola Artística António Arroio, inicia-se o ciclo de encontros “A BoCA de” que convida artistas a partilharem a sua experiência no contexto da BoCA. A 15 de maio (16h10-17h45), a Musa paradisiaca desloca-se à António Arroio para falar do seu trabalho e dialogar com a comunidade escolar.

http://www.bocabienal.org/

facebook.com/boca.bienal

Elisabete Paiva é Directora Artística da Materiais Diversos desde 2015.

Lecciona a disciplina de Programação Cultural – Cidade e Território (mestrado em Teatro/ Produção) e a disciplina de Públicos das Artes (licenciatura em Teatro/ Produção), na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Lecciona também o módulo de Estratégias de Programação, no curso de Gestão e Produção nas Artes Performativas, no Forum Dança, em Lisboa. É regularmente convidada para conferências sobre programação cultural e desenvolvimento de públicos.

Foi entre 2006 e 2014 responsável pelo Serviço Educativo d’A Oficina, em Guimarães, designadamente do Centro Cultural Vila Flor e do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Colocou nesta programação para públicos jovens a experiência artística ao centro de uma prática de questionamento sobre o mundo e sobre a relação entre o individual e o colectivo. Neste contexto criou e editou o LURA – jornal de artes e educação e concebeu o Programa Mais Dois – Programa de Aprendizagem em Artes Performativas para o 1º ciclo.

Criou e programou o Serviço Educativo de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.

Enquanto produtora independente colaborou com o Teatro O Bando, o Teatro do Vestido, Pedro Sena Nunes e Luís Castro e, entre 2003 e 2005, com o CENTA – Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas, momento fundador da sua actividade actual. Neste contexto desenvolveu vários projectos artísticos com as comunidades locais, donde se destacam, por serem pioneiros, o Programa de Formação Artística Contínua para o 1º ciclo e o Projecto (R)Existir, com Filipa Francisco, um dos primeiros, a nível nacional, de formação e criação com reclusos.

Foi docente na Universidade Lusófona do Porto, no ano letivo 2011/12, responsável pelo módulo de Programação Cultural, na Pós-graduação em Gestão e Comunicação Cultural.

É Mestre em Estudos de Teatro, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com a dissertação “Teatro para Crianças: do impulso de jogo ao desejo de ser espectador”, e licenciada em Teatro/ Produção pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.

Depois de no passado dia 9 de Março termos visualizado as curtas-metragens “Rhoma Acans” e “Balada de um Batráquio”, eis o momento para uma desejada conversa com a realizadora.

Leonor Teles (1992) nasceu em Vila Franca de Xira no seio de uma família com raízes na comunidade cigana local. Em 2013, licenciou-se em Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema e especializou-se nas áreas de Realização e Imagem.

Desde então, a sua obra tem sido amplamente reconhecida, conquistando, entre outros prémios, o Urso de Ouro para melhor curta-metragem no Festival Internacional de Cinema de Berlim. Muito recentemente, o filme “Terra Franca”, a primeira longa-metragem da realizadora, venceu o “Prix International de la Scam” no festival Cinéma du Réel em Paris.

 

 

O papel das organizações e das políticas públicas para a cultura

 

O papel das organizações e das políticas públicas para a cultura têm sido determinantes, quer na salvaguarda e divulgação do património cultural e artístico, quer na democratização do acesso à cultura e no apoio à produção de uma diversidade de expressões artísticas.

Os nossos dois convidados têm uma enorme experiência profissional nas áreas da Gestão Cultural e Administração Pública e, em jeito de conversa, dar-nos-ão a sua visão sobre o papel das organizações e das políticas públicas para a cultura.

 

 

Resumo biográfico:

 

Carlos Vargas é Assistente Convidado do Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do programa de mestrado de Património;

Doutorando em Ciência Política, especialidade de Políticas Públicas, FCSH/ UNL, sob a orientação da Prof.ª Doutora Cristina Montalvão Sarmento e do Prof. Doutor Rui Vieira Nery, desenvolvendo o seu trabalho de investigação no âmbito das políticas públicas para a cultura em Portugal, no pós-25 de Abril;

Investigador do Instituto de História Contemporânea IHC. FCSH/ UNL e membro fundador do Observatório Político;

Licenciado em Línguas e Literaturas Clássicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Engenheiro de Máquinas pelo Instituto Militar dos Pupilos do Exército;

No triénio 2012-2014, desempenhou as funções de Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II, E.P.E.;

Carlos Vargas desempenha as funções de Presidente do Conselho de Administração do OPART, E. P. E., desde Março de 2016.

Em 2014, juntamente com João Mascarenhas-Mateus, publicou São Carlos: um teatro de ópera para Lisboa. Património e arquitetura. Lisboa: INCM. Novamente com João Mascarenhas-Mateus, prepara a edição na INCM, em 2018, de A casa de Garrett. Património e arquitectura do Teatro Nacional D. Maria II.

 

 

 

 

Samuel Rego É licenciado em História, variante do Património Cultural (2002), Universidade de Évora. Pós-Graduação em Qualificação da Cidade (2005), Universidade Católica Portuguesa – Faculdade de Engenharia e Mestre em Políticas Comunitárias e

Cooperação Territorial (2010), Universidade do Minho.

Desde março de 2016 até à presente data é Vogal do Conselho de Administração do OPART, entidade pública que gere o Teatro Nacional de São Carlos e a Companhia Nacional de Bailado.

Exerce a função de Subdiretor-Geral – com o pelouro da gestão dos Museus, Palácios e Monumentos – na Direção-Geral do Património Cultural entre 2015 e 2016; De 2011 a 2014 exerceu o cargo de Diretor-Geral na Direção-Geral das Artes; Entre 2005 e 2011 foi Representante do Camões Instituto da Cooperação e da Língua na Galiza, onde foi leitor de Português na Universidade de Santiago de Compostela e Diretor do Centro Cultural Português em Vigo;

No período compreendido entre 2002 e 2004 desenvolveu as  funções de Gestor de Projeto junto do Instituto Português do Património Arquitetónico. Exerceu, entre 2000 e 2002, as funções de investigador na Universidade de Évora – Centro de História de Arte.

 

A Escola António Arroio e o IndieLisboa, através do seu cineclube, dedicam uma sessão na sala 301 para visionamento de duas curtas-metragens da realizadora Leonor Teles. Nasceu em 1992, em Vila Franca de Xira no seio de uma família com raízes na comunidade cigana local. Em 2013, licenciou-se em Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema e especializou-se nas áreas de Realização e Imagem.

“Rhoma Acans”, a sua primeira curta-metragem (escolar) foi exibida e premiada em diversos festivais nacionais e internacionais, como Clermont – Ferrand IFF, Munich IFFS, FICUNAM, IndieLisboa IFF, Curtas de Vila do Conde IFF, entre outros.

“Balada de um Batráquio”, além de exibida em diversos festivais, foi premiada num dos mais importantes e reputados festivais de cinema – Festival de Berlim – Berlinale Shorts – Urso de Ouro para a Melhor Curta-metragem 2016.

Partindo destes dois filmes e com um olhar no seu programa e tema Cultura e Cidadania, a disciplina de Gestão das Artes explorará questões que remetem para o respeito e importância da diversidade cultural, de identidade e alteridade, fomentando a aproximação e compreensão entre a produção no campo das artes visuais e o(s) público(s ) das artes.

É isto que nos leva a convidar-vos a estarem presentes, neste primeiro momento para visionamento das duas curtas -metragens e, num segundo momento, para uma conversa com a realizadora no mês de Abril, em data a anunciar.

EVOCAR MAIO 68 EM PARIS, A PENSAR EM ESTUDANTES DO ENSINO SECUNDÁRIO EM 2018, EM LISBOA

 

O TEMA SURGE DA PARCERIA COM O ALKANTARA, FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES PERFORMATIVAS, NA SUA 15ª EDIÇÃO EM QUE PARTICIPAREMOS COM UMA MOSTRA DE TRABALHOS DE ALUNOS, UM PROJETO INTERDISCIPLINAR.

DIRIGIMOS CONVITES AOS NOSSOS CONVIDADOS AQUI PRESENTES QUE TESTEMUNHARAM E OU PARTICIPARAM ACTIVAMENTE NO MAIO 68 EM PARIS.

NÃO SERÁ PACíFICO RECUAR 50 ANOS DE UMA VIDA PARA PARTILHAR UMA EXPERIÊNCIA COM UM PÚBLICO QUE NÃO TEM IDADE PARA TER VIVIDO O NOSSO 25 DE ABRIL DE 74, MAS ACREDITÁMOS SER UM PRIVILÉGIO OUVIR-VOS,  QUANDO TEMOS PRESENTES OS IDEAIS INTEMPORAIS DE IGUALDADE, INCLUSÃO, PARTICIPAÇÃO, COMPROMETIMENTO, RESPONSABILIZAÇÃO, IMAGINAÇÃO,BELEZA OU POESIA, E TAMBÉM O OUTRO LADO DESTES MESMOS IDEAIS.

POR FIM, OS NOSSOS AGRADECIMENTOS E O DESEJO QUE ESTE EXERCÍCIO DE MEMÓRIA SEJA GRATIFICANTE.

 

ESCOLA ANTÓNIO ARROIO, JANEIRO 2018

 

 

 

Maria José Palla

É professora jubilada da Universidade Nova de Lisboa. Viveu muitos anos em Paris onde se doutorou na Universidade da Sorbonne com uma tese orientada por Paul Teyssier sobre a simbólica do traje em Gil Vicente. É diplomada em História de Arte pela École du Louvre, em Paris, e autora de numerosos livros e artigos sobre Gil Vicente, o teatro do século XVI e a pintura portuguesa do Renascimento. Há vários anos que realiza fotografia, que mostrou em galerias, museus e publicações, bem como em exposições no estrangeiro e em Portugal. Ensina Literatura e Fotografia, assim como Literatura e Cinema.

 

Manuel Costa Cabral

Manuel da Costa Cabral formou-se em Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, em 1963. Foi professor em diversas escolas artísticas, tendo vindo, igualmente, a desenvolver trabalho de curadoria.

Depois de em 1973 fundar, com Graça Costa Cabral, a escola de arte independente mais importante do país, o Centro de Arte & Comunicação Visual – Ar.Co, esteve 20 anos à frente do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, onde, através da atribuição de bolsas e subsídios, possibilitou a várias gerações fazer programas de estudo e trabalho no estrangeiro, desenvolver teses, pesquisas e concluir projectos de todo o género, das artes visuais ao cinema, passando pelo teatro e pela dança. Se a experimentação e liberdade são as suas marcas na Ar.Co, na Gulbenkian o seu nome haverá sempre de ficar associado ao programa de residências artísticas. Berlim, Madrid e Nova Iorque entraram para a geografia da arte portuguesa graças a esta sua “invenção”.

 

 

 

Jorge Martins

Na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, Jorge Martins estudou arquitectura e pintura, iniciando-se, na gravura na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses.
Em 1961 parte para Paris onde permanece 13 anos. Convive com os pintores Júlio Pomar, Manuel Baptista, Arpad Szenes e Vieira da Silva e com o grupo KWY. Além da pintura, Jorge Martins dedicou-se também à ilustração, sendo obras de Luiza Neto Jorge (1972), Nuno Júdice (1986) e José Gil (1990) alguns exemplos dos seus trabalhos. O Livro das Sete Cores de Maria Alberta Menéres e António Torrado valeu-lhe o Prémio Gulbenkian de Ilustração de Literatura Infantil (1984).  Em 2013 a Fundação Carmona e Costa (Lisboa) e o Museu de Serralves (Porto) juntam-se para apresentar a exposição “A Substância do Tempo”, com curadoria de Manuel Costa Cabral.

 

 

Pedro Morais

Nasceu em Lisboa, onde frequentou os cursos de pintura da Escola António Arroio e Belas Artes de Lisboa. Partiu para Paris em 1964, onde frequentou a École des Beaux Arts, residindo nessa cidade até 1977. Nesse ano regressa a Lisboa, ocupando o lugar de professor na Escola António Arroio, onde teve uma ação marcante. Foi responsável pela experiência pedagógica Ateliê Livre AT.RE., de 1979 a 1994, e pela Galeria Lino António desde 1984.

Entre 1975 e 1976 anulou toda a sua produção artística e dados biográficos anteriores (1964-1976).

 

Exposições /Selecção:

1999-2006 – Locus Solus III   Museu de Arte Contemporânea, Fundação de Serralves, Porto.

2008 – Focus Fatus, Avenida 211, Lisboa.

2006-2009 – MU. Lua em Chão de Terra Batida, Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian2011 – MA. Dança dos PirilamposChiado 8 – Arte Contemporânea, Lisboa.”

 

 

 

 

 

Marcos Farrajota

Nasceu em 1973 em Lisboa, onde reside. Trabalha na Bedeteca de Lisboa desde 2000 tendo trabalhado com autores e editores sobretudo da vanguarda europeia. Faz bd e fanzines desde 1992, tendo criado nesse ano  com Pedro Brito o Mesinha de Cabeceira que ainda hoje edita (28 números até ao momento). Fundou a Associação Chili Com Carne em 1995 e em 2000 a editora MMMNNNRRRG – só para “gente bruta”.

 

Participou em vários fanzines, jornais, revistas e livros com BDs ou artigos sobre cultura DIY e BD pelo mundo fora. Criou a série Loverboy com desenhos de João Fazenda, o que dá em quatro livros sobre os anos 90. Tem feito capas e cartazes para bandas punks e afins. Fez parte de organização de vários eventos como a Feira Laica (2004-12), bem como acções de formação, colóquios, rádio e “unDJing”. Participou em várias exposições de BD colectivas como o Zalão de Danda Besenhada na ZDB (2000) ou Tinta nos Nervos na Colecção-Museu Berardo (2011) bem como em festivais como Xornadas de Ourense, Salão do Porto, Salão Lisboa, Komikazen e BD Amadora. Exposições individuais conta com duas, uma na Biblioteca da Universidade de Aveiro (1998) e outra na Mundo Fantasma (Porto, 2015)

 

Os seus três livros mais importantes são recolhas de BDs autobiográficas que prometem sempre imenso devido aos originais títulos, ó: Noitadas, Deprês e Bubas (2008), Talento Local (2010) e Free Dub Metal Punk Hardcore Afro Techno Hip Hop Noise Electro Jazz Hauntology (2015).

 

www.chilicomcarne.com

www.chilicomcarne.blogspot.com

 

 

António Caramelo,
Nasceu em 1969, vive e trabalha em Oeiras.
Fez escultura nas Belas Artes em Lisboa (1998) e Mestrado em Arte
Digital e Comunicação Interactiva, no Media Center D’Art I Disseny
em Barcelona (2006). Doutorando na FBAUL em Novos Media.
Criou a editora “Edições Mimeógrafo” e as labels “NADA” e
“Makearevolution”. Comissariou algumas exposições e é o
organizador do ciclo “Sessões da Buganvília” na Zaratan, uma
reunião de vídeo arte e música. Desenvolve e colabora em projectos
na música e arte sonora.

Colaborou e desenvolveu projectos audiovisuais para teatro e dança
contemporânea.
Desde 1997 tem participado activamente em diversas exposições, não
só em Portugal mas também no estrangeiro, como Espanha, Escócia,
USA, Alemanha, UK, Noruega, Luxemburgo, Bélgica e Croácia;
Touch me: It’s about time!, Galerija Klovićevi dvori, Zagreb
(2014); SulSal, Fundação Verbeke, Bélgica (2014); NÓS, Plataforma
Revólver, Lisboa (2014); Sem Quartel / Without Mercy – exhibition,
Sismógrafo (2014); Hay Fever, Cultivamos Cultura, S. Luis, Odemira
(2014); Collecting Collections and Concepts, Fabrica ASA,
Guimarães (2012); Dive in, Plataforma Revólver, Lisboa
(2013); Dreaming of a Butterfly, Bishop’s Square, Spitalfields,
Londres (2011); Where Are You From? Contemporary Art From
Portugal, Faulconer Gallery, Iowa, USA (2008); Toxic – o discurso
do excesso, Fundição de Oeiras (2005); Portugal – 30 artists under
40, Stenersen Museum, Oslo (2004); Expect The World video
screening, Kunstlerhaus Bethanien, Berlin (2001); Plano XXI,
Mackintosh Gallery, Glasgow School of Art, Glasgow (2000), Bienal
da Maia, Maia (1999) entre outros.

 

http://makearevolutionsound.bandcamp.com/

 

%d bloggers like this: